sexta-feira, 4 de março de 2011

13. PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PARA PEQUENAS EMPRESAS TRABALHADORAS DO CONHECIMENTO.

Este Plano Diretor tem por finalidade analisar e estruturar a gestão da informação das pequenas empresas que possuem uma estrutura falha de TI, desta forma podendo implantar um sistema de informação que integre as tecnologias, resultando na segurança, organização e confiabilidade das informações geradas pelas empresas, conforme as etapas descritas no quadro.

13.1 Etapa 1 - análise SWOT da TI das pequenas empresas

A figura 6 visa analisar as forças (necessárias), fraquezas, oportunidades e ameaças das pequenas empresas trabalhadoras do conhecimento para a elaboração de um PDTI que lhes assegure maior eficiência e segurança no gerenciamento de suas informações.


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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

12. FALHAS DA ESTRUTURA DE TI UTILIZADAS PELAS PEQUENAS EMPRESAS

Conforme as fases de absorção da tecnologia da informação descritas por Nolan (1979 apud ROSINI; PALMISANO, 2003, p. 5), percebe-se que a maioria das empresas pesquisadas chegaram apenas até a fase de contágio (2º fase), não havendo nenhum controle ou planejamento de gestão para seus recursos de informática. 



12.1 Pirataria de Software

Conforme o estudo levantado, percebe-se que uma das maiores falhas das empresas é a utilização de Softwares não legalizados, o que conforme a Lei brasileira n°9069 sobre propriedade intelectual pode ocasionar multa e até reclusão de 1 a 2 anos do responsável pela empresa.


12.2 Estrutura tecnológica organizacional e arquitetura de servidor

Um fator de extrema importância é estrutura tecnológica organizacional, onde as empresas utilizam a orientada para função, o que confronta com a teoria de Cruz (1998) que explica ser “o retrato fiel da ineficiência, da baixa produtividade, dos constantes atrasos na produção e no atendimento a clientes.”

Somando-se a estrutura tecnológica organizacional temos a arquitetura de Servidor, a qual as empresas utilizam em sua grande maioria uma máquina para todos os serviços com o mesmo Sistema Operacional e não realizam backups, o que vem de encontro às informações fornecidas por Ângelo A. H. Xavier, onde afirma que esse tipo de arquitetura dificulta a administração e o desempenho, pois um serviço com problema pode afetar todos os outros bem como algum defeito de hardware, caso não haja uma cópia de segurança fiel e atualizada para uma rápida restauração do sistema.
Um grande erro em comum encontrado na maioria das empresas estudadas é a utilização de computadores pessoais atuando como servidores, que conforme a Conectiva (2001) representa riscos na segurança das informações.


12.3 Falhas nas prevenções de segurança da informação

Quanto às prevenções para a segurança da informação as empresas estão pecando em praticamente todas, conforme Dias (2000) exemplifica é necessário se prevenir de desastres naturais (incêndios, enchentes), falhas no fornecimento de energia, roubo, invasão de vírus, ameaças programadas ou hackers, falhas de hardware e ainda erro humano, problemas que podem ser resolvidos com a realização de cópias de segurança (backup) regulares, utilização e atualização de antivírus, uso de no-break e ainda manutenções preventivas de seus hardwares e softwares.


12.4 Falta de manutenção

A grande maioria das empresas não tem a prática de realizar manutenções preventivas, estando pré-dispostas a sofrer com paradas inesperadas de seus serviços, causando prejuízos reais para a empresa como aponta Franco (2006).

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

11. MANUTENÇÃO

    Manutenção é a medida necessária a ser tomada para manter, sustentar ou conservar algum equipamento para que o mesmo funcione regularmente. (LAROUSSE, 2004)

11.1 Manutenção corretiva

   “A Manutenção Corretiva é aquela efetuada somente após a ocorrência de uma pane ou falha. Desta forma, o principal objetivo da Manutenção Corretiva é restaurar ou corrigir o funcionamento dos equipamentos.” (BIOTECTRONIC, 2009)
     Entretanto, deve-se levar em conta, que nem sempre a empresa tem a sua disposição um técnico ou peças de reposição para que o problema possa ser corrigido imediatamente.
   Em cada parada não programada do funcionamento de um equipamento, a empresa tem prejuízos no desenvolvimento de seus serviços, isso pode incidir em desmotivação de pessoal, atrasos e ainda insatisfação dos clientes.


11.2 Manutenção preventiva



   A manutenção preventiva consiste em um trabalho de prevenção de defeitos que possam originar a parada ou um baixo rendimento dos equipamentos em operação. (IBYTES, 2009)
Franco (2006, p.1) afirma que “o controle sistemático da manutenção de máquinas e equipamentos, é considerado um alto ponto de redução de custos, a preocupação com as rotinas de manutenção normalmente está relacionada ao mau funcionamento de equipamentos.”
   Para que se mantenham os equipamentos de TI sempre em perfeita operação, é necessário realizar um acompanhamento periódico, para que possa prevenir falhas e paradas indesejadas e não programadas de produção, o que representa alto custo para a empresa. 
  A manutenção preventiva não elimina a manutenção corretiva, porém diminui consideravelmente sua realização, evitando ao máximo que os serviços da empresa parem para ser ela executada.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

10 ESTÁGIOS DE CRESICMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

   Durante o planejamento do PDTI temos um dos sistemas mais utilizados para se demonstrar a evolução dos sistemas de informação de Nolan (1979 apud ROSINI; PALMISANO, 2003, p. 5), que classifica em seis fases os processos de absorção da tecnologia de informação. São elas:


  1ª – Iniciação: Nesta fase ocorre a introdução dos computadores na organização. Inicia-se o processo de aprendizado da tecnologia com o crescimento de forma lenta. O foco está voltado para a assimilação e o conhecimento da tecnologia que acaba de chegar à empresa.
  2º - Contágio: Aqui ocorreu a assimilação da nova tecnologia por parte da empresa e inicia-se um processo de expansão rápida, mas de forma não muito controlada por parte da administração.
  3º - Controle: Há certo amadurecimento da organização na utilização de sistemas de informação, inicia-se um processo de controle por parte da administração. O planejamento se faz presente, como forma de gestão de recursos de informática.
  4º - Integração: Os sistemas concebidos de forma isolada começam a ser integrados, e certa padronização ocorre para permitir que a integração seja possível.
  5º - Administração de Dados: Nesta fase já ocorreu um amadurecimento na utilização dos sistemas de informação. As preocupações estão voltadas ao tratamento que deve ser dispensado ao “dado”. Esta passa a ser considerado como um recurso da empresa e começa a ser administrado com o fim de permitir sua obtenção e condições de integrabilidade face às necessidades de informação para a empresa.
  6º - Maturidade: A organização, aqui, está informatizada de acordo com suas necessidades, ocorrendo a implantação de sistemas necessários ao seu bom desempenho.
A figura abaixo exemplifica os estágios do crescimento de TI.
FIGURA 5 – Estágios de crescimento de TI - Fonte: Albertin (1999)

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

9 SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO

      9.1 Acesso remoto

    Com o uso de aplicativo específico instalado em seu computador, qualquer pessoa tem acesso a outros computadores via Internet, independendo de onde esteja. O acesso remoto é totalmente seguro, pois é realizado com autenticação de criptografia de dados. (MORIMOTO, 2006)
Utilizando esta tecnologia, um contador por exemplo, pode acessar de sua casa todos os documentos e aplicativos localizados em seu escritório.


     9.2 Ambiente de trabalho remoto

   Diferente do acesso remoto virtualizado, o ambiente de trabalho remoto faz a conexão de um terminal (microcomputador de uma rede) com o servidor central. Os programas executados nos terminais na realidade estão sendo executados no servidor, fazendo com que o terminal sirva apenas para visualizar as aplicações. (MORIMOTO, 2006)

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

8.1 Pirataria de software

    Pirataria de Software é a distribuição ou reprodução ilegal de aplicativos. (ADOBE, 2009).
   Uma pesquisa realizada pelo Business Software Alliance, aponta que o Brasil tem um índice de 58% de pirataria dos programas instalados.
  A Lei de Software está amparada pela Lei nº9069, de 19 de fevereiro de 1998 onde dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no País, onde em sua violação pode gerar multa e até reclusão de 1 a 2 anos. (BRASIL, 1998).
    O quadro abaixo classifica os tipos de pirataria de software:

Classificação de Pirataria de Software - Fonte: ABES (2009)

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

8. SOFTWARES

    Stair e Reynolds (2002, p. 98) descrevem Software como “programas de computador que controlam o funcionamento do hardware, ou seja, são sequências de instruções interpretáveis pelas máquinas”.
    Todo elemento de um equipamento eletrônico é manipulado por um programa específico desenvolvido para cada equipamento, o qual é responsável por todas as ações executadas.

    No caso de microcomputadores e congêneres temos duas classificações, os softwares básicos, que são os Sistemas Operacionais (OS), os quais coordenam as atividades do hardware, e os softwares aplicativos, que consistem em todos os outros programas instalados para as mais variadas funções, como Suítes de Aplicativos para escritório ou desenho. (STAIR; REYNOLDS. 2002)

    Existem no mercado diversas marcas e plataformas de OS, sendo elas proprietárias ou código livre.
  Dentre as proprietárias, quais necessitam ser adquiridas licenças para seu uso, destacam-se da marca Microsoft, com suas várias versões de Windows, que custam entre R$ 300,00 e R$ 800,00 para cada máquina, dependendo da versão. Quanto aos softwares aplicativos proprietários, seus preços podem variar de R$ 700,00 para aplicativos de escritório, como por exemplo uma suíte contendo planilha eletrônica e processador de texto até mais de R$ 15.000,00 para aplicativos utilizados em produção gráfica e engenharia. (SUNYE, 2006).
    Por outro lado temos também Sistemas Operacionais de Código Livre, os quais são totalmente gratuitos e têm ótimo desempenho. O mais conhecido é GNU-Linux, também com suas várias versões. Seu código fonte está disponível sob licença GPL (Licença Pública Geral), qualquer pessoa pode utilizar, estudar, distribuir ou modificar. (SILVEIRA, 2006). 
    A maior vantagem dessa categoria de OS, além de sua gratuidade, é a liberdade do programador estar aperfeiçoando o sistema de acordo com sua necessidade e o fato de ser praticamente imune as ações de vírus de computadores. (CAMPOS, 2009)
    Na mesma linha de software GPL, existem softwares aplicativos com as mais diversas funções, tornando possível reduzir em quase 100% o custo em legalização de software em uma empresa de pequeno porte.

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